“Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos
ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” (João 14.26)
Quem não se lembra de uma música de Lourenço e Lourival “A Cruz que eu carrego”? Cada um de nós tem uma cruz para carregar e não adianta querer fugir desta dura realidade. Neste sentido, é bom recordar uma antiga ilustração, que diz respeito ao pagador de promessa. Ele fazia penitência, levando uma cruz pesada para uma cidade
vizinha. Com os ombros feridos, quis trocá-la num fabricante de cruzes no meio do caminho. Ao experimentar pequenas, médias e grandes cruzes escolheu aquela que poderia aliviar o seu cansaço. Qual não foi a surpresa ao ouvir do fabricante que ele abraçara a mesma cruz que estava carregando. Percebeu o Homem que diante das agruras da vida, não tem muita escolha. Isso confirma a afirmação do Mestre, quando disse: “Tome a sua cruz e siga-me!” Ele jamais permitirá que a nossa cruz seja tão pesada ao ponto de não suportarmos o seu peso.







