Felicidade dos Bem-Aventurados – P/053

I A – Alefe {1-8}Bem-Aventurados Os que trilham caminhos retos, Os que andam na lei divina. Bem-Aventurados os que guardam os testemunhos, buscam o Senhor de coração. Bem-Aventurados Os que não praticam a iniqüidade Trilham os caminhos da salvação. Os mandamentos são observadosDiligentemente, com temor Quisera eu observar os estatutos.. Não quero ficar confundido Louvarei…

A Sepultura – P/052

Ali, naquele lugar sombrio Numa cova bem funda… Minha mãe está sepultada Sono eterno, vida profunda. Umas coroas de flores, Vida eterna no céu, com Deus. No chão, os ossos de minha mãe… Choram os queridos seus. Imaginar o frio, é cruel No interior da sepultura Mas ela não está sozinha Saudade existe, da mulher…

Férias de Julho – P/051

Tão insignificante às turbas, Enfim, chegam sem motivação. Impera o tédio, algumas doses maiores Saudades, ausência, paixão… Tudo dói, tudo é mal, tudo é sofrer! Snake, festa, noivado, baile prá valer, Fins-de-semana à toa,, pura solidão. Como pode ser assim a vida! As férias. Que férias, que nada! Isso é um inferno, sem guarida… Confundem-se:…

O Entardecer – P/050

Ao entardecer, Na suavidade da fresca brisa, Tudo é tranqüilo… As aves retornam ao seu ninho, O trabalhador busca o repouso, Parece que tudo é paz… Ao entardecer, A música suave do vento, Uma prece ao Criador…Tudo é paz…Mais um labor que termina, Parece que a vida é bela… Ao entardecer, O camponês olha triste,…

Irmão Agostinho – P/049

Admoestando, vi-o com um livro na mão A mensagem penetrante, de fervor… Era um santo, um Vaso do Senhor! Singeleza e humildade no coração. Um fiel conselheiro, brilhando como a luz Instruído na fé e nas escrituras… Iluminava com amor as Criaturas Firme nas pisadas do Mestre Jesus. Irmão Agostinho que Deus tomou para Si…

A Espera – P/048

Esperar. Virtude e resignação. Não ter pressa, vence o cansaço; há quem diga que faz bem, Que a espera gera em alguém A vontade de vencer, sem passo. Esperar. Virtude de quem espera, Abuso de quem faz esperar. A plebe, essa é valente! A burguesia é prepotente: Contraste a se confrontar… Esperar. A espera é…

Ver e Ouvir – P/046

Vejo a beleza de um bosque Ouço um sussurro diferente. Parece barulho de gente Tudo é festa! Mas onde foste? Vejo as crianças brincando… Ouço a passarada gorjeando. Tudo é festa! Minh´alma carente. Vejo o sol que já se vai Ouço o toque da brisa. Com isso a gente precisa Lembrar do querido pai. Vejo…

Os Poetas do Sertão – P/045

Os Poetas do Sertão Eles vieram e aqui cumpriram a missão, Com viola e violão, escreveram a história: José Fortuna, Tião Carreiro e Tonico Aqui registro palavras à sua memória. Da Raiz, ele foi o brilhante advogado, À sombra da Paineira Velha, escreveu… Tião repicava a viola, grande mestre, Enquanto Tonico, com alegria viveu. Cada…