Nosso trabalho é “desbastar a pedra bruta”. Isso nós declaramos de várias formas, infinitas vezes. Mas se queremos passar das palavras à ação, precisamos aprender sobre essa pedra, à medida que trabalhamos nela. Saber de sua constituição, suas arestas, as partes duras e as moles, os veios onde colocar nosso cinzel para que não a danifiquemos. Esta a intenção desta coluna: fornecer pistas e subsídios para que, nesse processo de ação-reflexão, levemos a termo nossa Obra-Prima.