Após a leitura e reflexão dos capítulos ‘Pecado’, ‘Santificação’ e ‘Santidade’, agora é a vez de ler o capítulo ‘O Preço’, com início na página 135, chegando à página 149. “Quanto nos custará isso? ” Esta é a pergunta do autor e cabe a cada leitor refletir sobre o assunto, e assim, dar a sua opinião. Tento aqui, com determinação e muito cuidado, entender a mensagem de J. C. Ryle, com aplicação para estes dias. “Calcular o preço. Esse assunto é a salvação da nossa alma”, diz o autor.
O custo de ser um cristão verdadeiro. O questionamento é natural, podendo alcançar um patamar de ordem incomensurável, para os buscadores sinceros, que estão na Seara do Mestre. Na obra do Calvário, todos nós tivemos um preço, que foi pago por Ele. Então, o preço da salvação é mesmo incalculável. O cristão necessita, para obter este favor, se despir de toda vaidade e de todo orgulho, de todos os pensamentos altivos e de toda presunção, acerca de sua própria bondade.
O preço pode ser calculado de muitas maneiras, mas nunca será suficiente para pagar a salvação da alma, a obra que Jesus consumou na cruz, em favor de toda a humanidade. O crente precisa esforçar-se para ser produtivo na causa do evangelho. A religião é algo secundário e jamais deveria ser o elemeno para perturbar as pessoas, principalmente os remidos pela graça divina.
Mais adiante, o autor sugere: “Se você é um crente santo e dotado de um coração sincero, calcule e compare, em seguida, os amigos e os inimigos. Seus inimigos poderão, no máximo, ferir-lhe os calcanhares. No entanto, seu grande amigo – Jesus -, é capaz de salvar até o último pecador que se aproximar de Deus por meio dEle.








