As aflições no Vale da Sombra da Morte. “Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós e sim no Deus que ressuscita os mortos” (2Co 1.9).1
Para que não confiemos em nós e sim em Deus. O entendimento do versículo acima foi fundamental e encorajador para John Bunyan (1628-1688) em sua peregrinação e sofrimento. (…) um dia, enquanto andava pelo campo, as seguintes palavras subitamente adentraram minha alma: “Sua justiça está no céu”. Além disso, pensei ter visto, com os olhos da minha alma, Jesus Cristo à destra de Deus. Minha justiça estava no céu; de modo que, onde quer que eu estivesse, ou independentemente do que eu fizesse, Deus não poderia dizer a respeito de mim: “Ele necessita da minha justiça”, pois minha justiça estava bem diante dele.
Ele também deve ter ouvido alguém a sua frente, um homem justo, por isso ele se alegrou, porque viu que não estava sozinho no vale. Viu também que Deus estava com eles. Queria alcançar ele para irem juntos, mas o homem também achava que estava sozinho. Ao sorrir ele olhou para trás para ver os perigos que haviam passado e ficaram impressionados, mas todos esses perigos não se aproximaram mais durante o dia.








