Lembrando os bons tempos, quando era conhecida como “Capital do Cone Sul’, Naviraí hoje é uma cidade praticamente desolada, e seus habitantes sentem saudade de Euclides Fabris e de Onevan de Matos, líderes arrojados, cuja memória ninguém consegue apagar. Outros vieram depois, mas não foram capazes de ‘concretizar’ o sonho de uma geração com muitas expectativas.
A filha de Onevan, caindo de paraquedas num momento de infortúnio, é a responsável pelo município, que vive na incerteza e num desânimo sem fim. Tudo ali perdeu o brilho; o que era, deixou de ser, restando pouca esperança para um povo que outrora foi tão vibrante.
Até mesmo a sorridente Eliza, que tanta alegria esbanjava no rosto, deixou vazio o seu lugar e foi embora para o além.
Naviraí não é mais a mesma cidade, com liderança determinada e eficaz, como era num passado não muito distante. Num passe de mágica, há que ‘aparecer’ alguém de fibra e coragem, para dar sequência aos feitos de seus heróis da história, e assim, reconquistar a pujança de uma cidade-polo, com sua destacada posição no cenário sul-mato-grossense.
O desafio está lançado e, certamente, a motivação retornará a esta comunidade, com o possível surgimento de líderes para ‘alavancar’ o progresso e devolver o bem-estar e a prosperidade ao povo da histórica Naviraí.
(O texto de Jairo de Lima Alves não é apenas fruto de mera imaginação, mas foi revelado na madrugada de sábado, dia 15 de julho de 2023, com necessidade de divulgação).








