A beleza da música sertaneja entre
antigo”
Tonico e Tinoco (1942)
Tião Carreiro e Pardinho (1959)
A música sertaneja de raiz teve início no Brasil em 1929, com o incentivo de Cornélio Pires, apoiando as primeiras duplas: Mandi e Sorocabinha, Serrinha e Caboclinho e Mariano e Cobrinha. Depois surgiram Raul Torres e Florêncio, Alvarenga e Ranchinho, Jararaca e Ratinho. A música viveu o seu auge, a partir de 1940 com Tonico e Tinoco, Zé Carreiro e Carreirinho, Vieira e Vieirinha, Zico e Zeca, Liu e Léu, Abel e Caim, Dino Franco e Mouraí, Leôncio e Leonel, Jacó e Jacozinho, Pena Branca e Xavantinho, Moreno e Moreninho, Silveira e Barrinha, Cascatinha e Inhana, Belmonte e Amaraí, Nonô e Naná, Zé Fortuna e Pitangueira, Tião Carreiro e Pardinho, Zilo e
Zalo e tantas outras duplas que
enriqueceram a música genuinamente sertaneja, também chamada “caipira”.
Lamentavelmente, após terem cumprido a missão aqui, tiveram que ceder espaço
para outros artistas, que continuam mesclando o gênero com outros estilos mais
modernos. A música sertaneja legítima continua em evidência, ainda com a
participação eloquente dos mais antigos, com o reforço musical dos mais jovens.
Intérpretes e compositores deixaram um legado para a geração jovem, que
prossegue cantando a bela música do sertão.
ainda em Atividade nos PalcosPedro Bento e Zé da
Estrada (1954), Lourenço e Lourival (1959), Craveiro e Cravinho (1958), Duo glacial (1959), Rolando Boldrin (1960), Gino e Geno (1970), Cacique e Pajé (1971), As Galvão (1953), Irmãs Barbosa (1984), Canário e Passarinho
(1959), Léo Canhoto e Robertinho (1968), Gilberto e Gilmar (1970), Teodoro e Sampaio
(1980), Chitãozinho e Xororó (1970), Durval e Davi (1971), André e Andrade
(1973), Inezita Barroso (1953), Sérgio Reis (1972), Milionário e José Rico
(1973), Divino e Donizete (1975), João Mulato e Douradinho (1978), Zé Mulato e
Cassiano (1978), Almir Sater (1981), Irídio e Irineu (1982), Chico Rey e Paraná (1982), Zé do Cedro e Tião do Pinho (1980),
Mococa e Paraíso (1986), Cézar e Paulinho (1984), e outros
Pedro Bento e Zé da
Estrada (1954),
Lourenço e Lourival (1959),
Craveiro e Cravinho (1958),
Duo Glacial (1959
Rolando Boldrin (1960)
Irmãs Barbosa (1984),
Canário e Passarinho
(1959),
Léo Canhoto e Robertinho (1968),
Gilberto e Gilmar (1970),
Teodoro e Sampaio
(1980),
Chitãozinho e Xororó (1970),
Durval e Davi (1971),
André e Andrade
(1973),
Inezita Barroso (1953),
Sérgio Reis (1972),
Milionário e José Rico
(1973),
Divino e Donizete (1975),
João Mulato e Douradinho (1978),
Zé Mulato e
Cassiano (1978)
Almir Sater (1981)
Irídio e Irineu (1982)
Chico Rey e Paraná (1982)
Zé do Cedro e Tião do Pinho (1980)
Mococa e Paraíso (1986)
Cézar e Paulinho (1984), e outros.






































