Em termos revolucionários, o Mestre Jesus poderia ser considerado um socialista, porém Ele não exercia nenhum poder político. Queria, sim, que houvesse justiça nas ações populares e das autoridades constituídas. Neste aspecto, Ele teria uma perfeita identidade com os movimentos sociais da atualidade. A Sua preocupação não era com as questões do estado, mas com o bem estar das pessoas. Na partilha do pão, os Seus seguidores também se identificavam com as camadas populares. Porém, na aplicação prática, ali não operava um grupo rebelde, e sim, a vontade expressa de servir a um Deus que tudo pode. – Jairo de Lima Alves








