Denise Fachini questiona: ‘Acredito que podia ter no caso de um curso de direito semi presencial, pra não precisar ir os 5 dias na faculdade, indo 2 dias já estaria bom, bom até demais. Primeiro ano daria pra ser todo a distância, pro aluno se familiarizar com as matérias do curso. E mesmo pela modalidade EaD estaria de bom tamanho, pois o esforço é do próprio aluno, além de ser mais econômico, em todos os sentidos.Tem muita universidade aí que o professor mais enrola do que ensina.”
É a mais pura verdade! Se somar os dias letivos de algumas faculdades de direito espalhadas por aí, dá prá entender a ineficiência dos cursos, onde o aluno recebe pouquíssimo conteúdo ao longo da duração do curso. Qualquer acadêmico pode confirmar isso, sem medo de errar. Acrescenta-se se a isso mais: se chove, não tem aula; festinhas com professores quase todos os dias; aulas interrompidas por motivos banais, e por aí vai…
Pelo andar da carruagem, num curto espaço de tempo o MEC vai autorizar cursos de direito à distância, cuja medida irá contribuir para baixar o custo de direito nas faculdades brasileiras. Atualmente, paga-se muito caro para a formação acadêmica no curso de direito, com variação muito grande entre uma instituição de ensino superior e outra. Todos sabemos que a Unipar, com sede em Umuarama, é uma das mais caras do País, com aumentos anuais insuportáveis.








