“É o mais original dos lazaretos – um lazareto de almas! Ali, dizem, o
recém-vindo deixa a consciência… A Ilha que existe à Boca do Purus, perdeu o
antigo nome geográfico e chama-se ‘Ilha da consciência’; e o mesmo acontece a
uma outra, semelhante, na foz do Juruá. É uma preocupação: o homem, ao penetrar
as duas portas que levam ao paraíso diabólico dos seringais, abdica às melhores
qualidades nativas e fulmina-se a si próprio, a rir, com aquela ironia
formidável.” (Euclides da Cunha)







