Palavras do poeta Mário Quintana fornecem subsídios para a filosofia que define a vida. Diz ele: “A vida representa os ‘deveres’ trazidos para fazer em casa.” A beleza poética informa “Quando se vê, já são seis horas; quando se vê, já é sexta-feira; quando se vê, já é Natal; quando se vê, já terminou o ano. Assim, a pessoa percebe pouco os reais valores da vida’’, muito tarde para ser ‘reprovado’. E prossegue: ‘se me fosse dado um dia, outra ‘oportunidade’, eu nem olharia mais o relógio, seguiria sempre em frente e, iria jogando pelo caminho a ‘casca’ dourada e inútil das horas.” A lição que fica é que “nunca se deve deixar de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo. A colaboração de Odair de Brito Mazo, reforça a ideia de que “O tempo jamais voltará, e ninguém poderá reclamar depois, sobre as ‘omissões’ praticadas.”








