Algumas coisas que nunca são esquecidas. Uma delas, ainda na infância: ‘Zeca’, adotado por meus pais, teve um ‘solene’ encontro com Jesus, sem jamais a ‘decisão’ ter o reconhecimento público.
Certa feita, por volta do ano de 1965, e morando numa pequena chácara perto de Querência do Norte, uma surpresa agradável, envolvendo o Zeca, cujo nome era José Lima. Numa determinada noite, chegou em casa um pequeno grupo de ‘crentes’ da Assembleia de Deus. Realizado o culto, aconteceu a ministração de cura para o rapaz que era paralítico. Ao final, o convite foi feito para a família, no antigo ‘chavão’ para aceitar a Cristo. Zeca não foi curado da ‘paralisia’, mas pela sua manifestação posterior, recebeu a cura da alma. Pouco tempo depois, ele morreu, ‘confessando’ sua fé, falando sempre com a sua simplicidade que ‘sou clente!’, assim mesmo: trocando o ‘r’ pelo l. Com certeza, Zeca fará parte do ‘ressurreição’ dos salvos. Zeca foi sepultado no cemitério municipal de Icaraíma, estado do Paraná.








