O apóstolo Paulo, com o coração apertado e com a alma aflita, clamou a Deus com fé, para que dele fosse retirado o espinho que tanto lhe atormentava. Mas aquilo era permissão de Deus. O apóstolo sofria muito com esse mal que o afligia durante todo o seu ministério sagrado. Prostrado em oração, pedia insistentemente a Deus para que o libertasse. Apesar de ter recebido um ‘chamado’ para a obra missionária, desde o encontro que teve com Jesus na estrada de Damasco, o ‘apóstolo dos gentios’ carregava em seu corpo o espinho indescritível. Ninguém consegue ‘decifrar’ o enigma, surgindo daí muitas especulações teológicas. A resposta que ele teve foi suficiente para não desistir da luta: “a minha graça te basta!” O ‘espinho na carne’ acompanha todos os servos do Altíssimo, em pequena ou em grande proporção. A liberdade todos têm, mas o ‘espinho’ está presente todos os dias na vida dos Seguidores do Nazareno.








