O assunto é bíblico e deveria ser tratado com profundidade, pela importância que tem na vida espiritual de todas as pessoas. Desde o ‘princípio’, no Eden, descrito em Gênesis, o primeiro casal ficou ‘amarrado”. Literalmente, Adão e Eva, pela desobediência à ordem divina, ficaram ‘envoltos’ em folhas no jardim, usando ‘artimanhas’ para se justificarem. Outros casos de ‘amarrações’ são descritos no livro sagrado, quando o inimigo queria neutralizar as ‘forças’ do bem. Embora os humanos possuam qualidade de sobra para superar tantos ‘obstáculos’, surgem energias negativas em sua caminhada. O Criador deixou o livre arbítrio para Seus filhos, mas estes devem procurar a Liberdade, no intuito de viver harmoniosamente neste sistema de coisas. Enfim, muitas pessoas estão ‘amarradas’ em suas tradições e costumes, porém, não estão totalmente mortas. “Amarrados, mas não mortos”, esta é a condição primeira para a operação divina na vida da humanidade, que no quotidiano, precisa buscar com ousadia, viver com Liberdade, em novidade de vida.








