“Sou uma metamorfose ambulante… não me prendo a dogmas, não me prendo a rótulos. Não me prendo a nada. Planto idéias, mas não as cultivo. Não faço de minhas idéias minhas convicções. Me construo no mesmo instante em que me desconstruo. Não me prendo a tempo e espaço.” E prossegue Bia Márquez: “Sou uma metamorfose, porque estou em constante mutação, em constante busca do conhecimento de mim mesma” Quando Raul Seixas traça esse grande paradoxo, pretendendo ser uma metamorfose ambulante, o poeta estava expressando a necessidade da prática da alquimia, que é a transformação que o gênero humano precisa ter a cada novo dia.







