A expressão aqui utilizada, qual seja “mãe do marido” é repleta de sofisma, não representando necessariamente a lógica das coisas. É estranho quando o marido, ou vice-versa, trata o cônjuge de “pai-mãe”, desqualificando o verdadeiro papel de pai e de mãe no lar. É honroso o tratamento de “esposa”, que no Código Civil é “mulher” mesmo. Fica, na verdade, sem sentido a esposa pretender passar como mãe do marido, se ela exerce no lar a nobre missão de mãe dos filhos. – Jairo de Lima Alves








