Quanto à professora Iolanda, nem é necessário dizer nada. Sua conduta ilibada e conceito que desfrutava em seu ambiente de trabalho e na comunidade foram os fatores que levaram a população e principalmente a classe estudantil a lamentarem a sua precoce partida. A professora nasceu a 6 de julho de 1952 e faleceu no dia 28 de março de 1980, talvez por um erro médico. Atendendo aos desígnios do Altíssimo, Iolanda despediu-se dos familiares, deixando o esposo Rames Ally e três filhos: Marcelo, Marcus e Aline.
A cidade de Marumbi, no Paraná, viu-a nascer, tendo sido ali mesmo sepultada. Era licenciada em matemática pela Faculdade de Mandaguari em 1975, e desde o ano de 1976 exerceu o magistério em Mundo Novo na Escola Estadual Marechal Rondon. Iolanda, sempre lembrada, recebeu posteriormente homenagem póstuma com a denominação da Escola Estadual Professora Iolanda Ally.
Para perpetuar a sua memória, o poeta escreveu um acróstico, aqui transcrito.
Acróstico para Iolanda
I nda a lembrança perdura
O nde invadem a tristeza e a dor
L embrança de quem partiu
A té parece um sonho, Senhor!
N ão! É realidade, ela partiu!
D a Terra ela saiu
A lém repousa, longe de seu labor.
L embrança de um gesto amigo
A qui, tudo é solidão!
B om é buscar o consolo
E ntão, não se verá mais choro
G ozo no final, em suave canção
A h, porque Deus assim quis!
L embrança ainda pode haver:
L embrança, lembrança, lembrança…
I nda resta uma grande esperança!
N ão convém tanto sofrer…
I olanda hoje descansa feliz…
A ssim termina uma lida…
L ições deixou para os seus!
Luz perene, de exemplo e de bondade
Young Lady foi para Deus!…








