Uma surpresa agradável na tarde do dia 25 de março de 2020, quando recebi da estimada prima Eulália, que mora em São Paulo, onde há muito tempo é gerente de uma rede de lojas de confecções. Ela me enviou este manuscrito, datado do ano de 1992. Nele, escrevi ao primo Elieser, que é seu pai, algumas palavras, falando de família.
Foi gratificante receber esta lembrança tão boa, representando uma relíquia para mim. Disse ela, que estando de quarentena por causa da pandemia, foi arrumar as gavetas em casa, e encontrou este papel com a mensagem ao querido primo, que reside na cidade baiana de Maetinga, onde eu nasci no ano de 1950.
Foi enorme a emoção, ao ler as palavras ali colocadas, há 28 anos. Simplesmente, entendo que estas pequenas coisas que acontecem em nossa vida, servem para aumentar o nosso grau de sensibilidade, num mundo tão conturbado e desigual. Só me resta enviar daqui o meu sincero abraço à querida prima Eulália e ao seu filho Wilhian; e ainda aos queridos consanguíneos que vivem felizes na velha Bahia.








