A praga entrou na Argentina em 21 de maio, mas logo retornou ao Paraguai e permaneceu no país por uma semana antes de voltar ao território argentino. Pode haver 40 milhões de gafanhotos em cerca de 1 km². Eles consomem em um dia o equivalente ao consumo alimentar de 2 mil vacas ou 35 mil pessoas, explicou o engenheiro agrônomo argentino, Héctor Medina, à agência de notícias Reuters. Especialista explica que espécie costuma viver de forma isolada, mas há relatos recentes de formações de nuvens como essa na América do Sul. Dependeria de fatores climáticos, para a nuvem de insetos chegar ao Rio Grande do Sul. Estudos mostram que o manejo da terra e a pecuária têm fortes efeitos sobre muitas espécies de gafanhotos, segundo uma análise científica sobre o assunto.
Comparada à praga no Egito, descrita no êxodo, alguns podem estar equivocados com a ideia, já que (1) esta possui outras características, sem qualquer conotação religiosa ou profética. É estranha a ocorrência do episódio na Argentina, com a invasão da nuvem de gafanhotos, mas (2) seria temerário comparar com a praga no Egito, que foi prometida por Deus, pelo ministério de Moisés.








