PARA FALAR BEM A LÍNGUA INGLESA
JAIRO DE LIMA ALVES
Palavras-chave: Ensino, aprendizagem, Inglês.
1 INTRODUÇÃO
O ensino do inglês constitui um fator importante para que qualquer pessoa no meio social possa ter acesso ao mundo tecnológico e cultural. Portanto, tratar do tema sobre o processo de ensino e aprendizagem da língua inglesa em remete em primeiro instante no pensar sobre o que tem sido feito para que os alunos se interessem por outro idioma. O ponto chave é que as pessoas possam ampliar a comunicação em um tempo de globalização e interação social constante e imediata.
O processo de ensino do inglês passa a ser visto como meio de aumentar as perspectivas culturais e profissionais de um cidadão, proporcionando aos alunos uma competência comunicativa que lhes permita desenvolver-se nos ambientes social, cultural e laboral. Isso implica em noções e funções linguísticas, no uso apropriado das expressões, nas diversas situações comunicativas e de interlocutores: a teoria de ensino e aprendizagem do inglês parece caminhar para um enfoque comunicativo.
O docente exerce uma função singular para que o alcance deste tipo de aprendizagem possa alcançar os seus objetivos em termos de comunicação global, através de professores de línguas nas salas de aulas, podendo modificar o interesse do aluno, para a expansão de um idioma determinante para o desenvolvimento das sociedades atuais.
2 JUSTIFICATIVA
Percebe-se que o ensino do inglês está carregado de críticas e questionamentos. Daí a proposta de análise dos fatores que faz com que esse idioma seja tão relevante no mundo moderno, e porque perante tal afirmação há que prevalecer um ambiente de dificuldades e barreiras, tanto da parte do professor como do aluno, nas escolas. A partir do referencial traçado, é possível dizer que as questões que impedem a idealização do inglês nas escolas, advêm das dificuldades dos professores em transmitir seus conhecimentos e dos alunos, pela falta de conhecimento prévio fonológico e de problemas inerentes ao ensino de língua estrangeira, tão bem discutido nos meios acadêmicos do Brasil.
3 OBJETIVO
O Inglês é a língua mais falada do mundo por não-nativos e, provavelmente, o único idioma que possui mais falantes não-nativos que nativos. O inglês é a língua nativa de mais de meio bilhão de pessoas, oriundas tanto do centro quanto da periferia do globo. Segundo estatísticas, são três falantes não-nativos para cada falante nativo. A pluralidade de situações em que um se depara com os discursos construídos em inglês em diversos meios de comunicação como a televisão, internet, livros e propagandas, comprova a importância de seu ensino. Por ser a língua a responsável por grande parte das informações veiculadas no Planeta, o inglês torna-se obrigatório para a vida moderna.
4 METODOLOGIA
É perceptível que o ensino da língua deve ter como ponto inicial para aprendizagem um fator importante; de um constante relacionamento com o cotidiano, com o que acontece na rotina diária das pessoas, de maneira que permita ao indivíduo satisfazer suas necessidades pessoais. A metodologia mais atual do ensino de inglês é a metodologia sociointeracional. A base dessa forma de ensino está na habilidade de comunicação. Isso significa que o objetivo é permitir que os alunos possam se comunicar, conviver em sociedade e sobreviver a situações reais. Os exemplos em sala de aula são facilmente encontrados em situações reais da vida do estudante, como uma viagem de turismo ou uma reunião de negócios com investidores de outros países.
5 CRONOGRAMA
O cronograma é uma ferramenta auxiliadora para o ensino de inglês. Para se ter uma ideia mais ampla, um cronograma pode equiparar-se a um bom professor, que vai acompanhar o processo-aprendizagem em toda a jornada de conhecimento do idioma. Com a ajuda de um cronograma eficiente, o aluno pode acelerar o seu aprendizado para troná-lo mais dinâmico e menos entediante. Todo cronograma de estudo de inglês precisa focar em três quesitos: praticidade, dinamismo e eficiência.
O professor deve abordar em cada aula a temática para um aprendizado eficaz. Ou seja: focando em uma área de conhecimento ou das principais habilidades de domínio de língua inglesa. Os estudos referentes ao assunto podem ser repetidos até que o conteúdo seja aprendido pelos alunos.
6 REFERÊNCIAS
CHIARETTI, A. P., A performance do diálogo no livro didático de inglês. In: PAIVA, V.L.M.O. (Ed.), O ensino de língua inglesa: reflexões e experiências. Minas Gerais: Pontes Editores, 1996, pp. 123-136.
D’ELY, R.C.S.F. & MOTA, M.B. A teoria, o livro didático e o professor: uma análise da implementação de tarefas orais em LE. Linguagem & Ensino, Pelotas, Vol. 7, nº 2, 2004, pp. 65-98.
MACHADO, B. S. O uso do dicionário e as atividades de pré-leitura: prática e análise exploratórias em sala de aula de língua estrangeira. Dissertação de Mestrado em Letras, PUC-RJ, fevereiro/2003, pp. 17-39.
OLIVEIRA, L.P. Variação intercultural na escrita: contrastes multidimensionais em inglês e português. Tese de Doutorado, São Paulo: LAEL-PUC/SP, 1997.
ZILLES, J. & SILVEIRA, S. As atividades de leitura e produção de texto do livro didático Headway e a sensibilização para diferentes gêneros do discurso. In SARMENTO, S. & MULLER, V. (orgs), O ensino do inglês como língua estrangeira – estudos e reflexões. Porto Alegre: APIRS, 2004, pp.211-227.







