Uma vez que os medos são identificados e suficientemente compreendidos quanto às suas origens, convém deixar de alimentá-los. Cada medo indica duas formas de agir: uma congruente com o medo, que o fortalece e o ratifica, e outra oposta ao medo, que o enfraquece e o corrige.
A partir dessa premissa, se faz necessário administrar todas as formas de medo. Todas as pessoas, regra geral, possuem algum tipo de medo. O isolamento social, com o surgimento do Novo Coronavírus, foi e continua sendo um medo disseminado nos meios de comunicação tradicionais e online, com dúvidas e incertezas. A sociedade vive um momento com potencial de grande impacto não só para a saúde física, mas também para a saúde mental e social. A situação reinante no mundo traz insegurança às pessoas, e por isso, ninguém deveria ceder às pressões psicológicas que induzam ao medo, pura e simplesmente.
Muitas sugestões surgem para amenizar o problema do medo, então, seria importante que as pessoas afetadas por esse fenômeno, procurasse um profissional da psicologia para auxiliá-las no combate a esse mal. Certamente, alguma terapia Cognitivo-Comportamental, focada no assunto, terá um método para elaborar estratégias, contribuindo para a solução de traumas do medo, mesmo diante de problemas difíceis.








