É preciso entender tudo isso com Bíblia na mão. Por favor, não se precipitar, mas meditar e analisar à luz da Palavra de Deus, a exemplo dos fiéis de Bereia: “Ora, estes de Bereia eram mais nobres do que os de Tessalônica, pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram de fato assim.” (Atos 17:11).
Quem examina cada questão com cuidado, prospera e, feliz é aquele que confia no Senhor. O sábio de coração é considerado prudente; quem fala com equilíbrio, promove a instrução. (Provérbios 16-20-21). Homens e mulheres precisam entender que, independentemente das circunstâncias, a Bíblia Cristã sempre será a inerrante e infalível Palavra de Deus. Mulheres e homens não devem “legislar” em causa própria.
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” (2 Timóteo 3:16, 17) Antes de mais nada, é bom saber que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo. (2 Pedro 1:20-21).
Mulheres podem pregar o Evangelho, orar pelos enfermos e desempenhar todas as tarefas de um seguidor de Jesus? Sim. E devem fazê-lo, pois a Grande Comissão é para todos os salvos, sem nenhuma distinção. Mas, se elas são cooperadoras de Deus, por que não poderiam ser pastoras?
O homem e a mulher são igualmente amados e preciosos à vista de Deus. “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gl 3:27,28). Porém, foi ao homem que Deus entregou a responsabilidade de direção da família e da igreja. O ensino de Paulo quanto à mulher não ensinar nas igrejas, vem dos princípios estabelecidos pelo Criador, para o homem e a mulher, quando da sua criação original e dos efeitos da entrada do pecado na raça humana. “E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” (1Tm 2:14). Observar: “Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.” (Efésios 4.11).
Muitas mulheres são consagradas a pastoras, dizendo que foi revelado por alguém, ou por visão ou sonho para essa nova unção. Existem três tipos de revelação: a de Deus, que jamais vai contrariar a Sua Palavra; a da carne, que o homem fala o que Deus não mandou, empolgado pelas suas emoções, e a do diabo, que é para enganar.
Ser pastora, presbítera ou apóstola não está de acordo com a Palavra de Deus. Deus não permite que mulheres assumam posição de liderança nas igrejas. Ou será que pastores, que afirmam que receberam uma “nova unção, tem mais autoridade que a própria autoridade das Escrituras Sagradas? É sabido que antes da volta do Senhor, para buscar o seu povo, viria a apostasia. “Ninguém de maneira alguma vos engane, porque não será assim, sem que antes venha a apostasia.” (2Ts 2:3a). Apostasia que, literalmente, significa “desvio”, “afastamento” e “abandono” nos últimos dias. Um grande número de pessoas, nas igrejas, tem se apartado da verdade bíblica, e ainda assim, acreditam, que é possível servir a Deus, desobedecendo a sua Palavra. No jardim do Éden foi dito à mulher pelo diabo que ela poderia ser como Deus.
A Bíblia deixa claro que foi o próprio Deus quem elegeu o homem para liderar a família e, também para governar o seu povo, e quando isto não acontece, é certo que já se estabelece o juízo: Deus não se agrada que mulheres estejam na liderança do seu povo. “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres que estão à testa do seu governo. “Os que te guiam, te enganam e destroem o caminho das tuas veredas.” (Is 3:12).
Não é uma questão de “machismo”, como afirmam muitas pastoras, e sim, de obediência ou desobediência à Palavra revelada do próprio Deus. O Onipotente priorizou os homens, no que tange ao pastorado e aos ministérios afins (Ef 4.8-11). Mas isso não significa que as mulheres não podem trabalhar para Deus. Todos os salvos, sem distinção, são cooperadores de Deus (1 Co 3.9). É preciso aceitar a chamada soberana do Senhor para a vida. Não se deve amoldar a Bíblia ao modo de alguns, adotando as influências filosóficas prevalecentes no mundo.
O MINISTÉRIO PASTORAL CABE AOS HOMENS
“Fiel é esta palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar. (1 Tm 3.1-2). Para se ter à impressão de que o apóstolo tinha em mente a ordenação de homens: o oficial deve ser marido de uma só esposa, deve governar bem a sua casa e seus filhos (função do homem, nos escritos de Paulo). “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo Ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também a mulher seja em tudo sujeitas a seu marido.” (Ef 5:22:24).
Deus criou primeiro o homem, e assim revelou o seu propósito do homem orientar e liderar a mulher e a família. A mulher foi formada depois, de uma costela de Adão, para ser companheira e adjutora dele, no cumprimento do plano de Deus para o casal. “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.” (Gn 2:18).
Infelizmente, muitos estão se deixando enganar. Mas agora é a hora, de voltar arrependidos à simplicidade que há no Filho de Deus, visto que as Escrituras Sagradas dizem que a vontade de Deus é que todos se salvem e venham conhecer a verdade.
A MORTE DE UZÁ É UM EXEMPLO
Uzá é um exemplo do perigo inerente de alguém ter zelo por Deus, mas desobedecendo a sua Santa Palavra. Uzá morreu porque ele não tinha a permissão de Deus para levar a arca, mesmo que tenha tido do rei Davi e do sumo sacerdote, pois o que Deus pede é obediência à Sua Palavra, e não sacrifícios. “E, quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando o tabernáculo assentar no arraial, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar morrerá.” (Nm 1:51). Ainda sobre a morte de Uzá: Deus o feriu, porque Davi e o sumo sacerdote não tinham determinado que somente os levitas transportassem e cuidassem da arca, segundo o seu mandamento. (Nm 1:47 a 52). Deus ordenara, que ninguém deveria tocar na arca, símbolo da Sua presença e majestade. A ação de Uzá resultou da sua imprudência diante dos mandamentos de Deus, ou da sua falta de temor ao Senhor e a sua morte, mesmo tendo tido o consentimento do Rei de Israel e do sumo sacerdote, deixa claro que a salvação é individual, ou seja, todos prestarão contas ao Deus Todo-Poderoso.
Outra lição que Deus ensina no episódio é que não basta ter boas intenções para agradar a Deus; é preciso saber se as boas intenções encontram respaldo em Sua Palavra. Davi tinha boa intenção ao trazer a arca de volta, o povo saiu para aclamar seu retorno, e Uzá só estava tentando ajudar para que a arca não caísse.
Mulheres que estão como: pastoras, bispas, presbíteras e até apóstolas, contrariam as escrituras, embora algumas sejam bem intencionadas, como era Uzá. Mas Deus não leva em conta a boa intenção se não estiver de acordo com Sua vontade. Mesmo sendo legalizadas, assim como Uzá foi legalizado a levar a arca pelo rei e sacerdote, jamais será do agrado de Deus o ministério feminino.
Quem tem ouvidos, ouça: a consagração de mulheres para o ministério pastoral é, literalmente, trazer fogo estranho para o altar, e a mulher achar, que agora ela pode assumir posição de liderança no lar e na igreja, pois tem o consentimento de muitos pastores, é mais uma vez ser enganada pela serpente.
A Bíblia faz referência a mulheres profetizas, juízas, rainhas. No entanto, nada sobre sacerdotisas, porque Deus não é Deus de confusão. “ Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.” (1Cor 14:33).
Existem pastoras querendo justificar com base bíblica, a sua posição de liderança nas igrejas, citando Raquel em Gênesis 29 e o fato de Débora sendo Juíza de Israel em Juízes 4. O contexto é outro muito diferente do que pretendem as detentoras dos cargos em epígrafe.
Sobre Raquel – “Jacó ainda estava falando com eles quando Raquel, que era pastora de ovelhas, chegou com os animais do seu pai.” (Gn 29.8). Raquel era Pastora de ovelhas animais. Ela não era uma pastora de pessoas numa organização eclesiástica.
Sobre Débora – Ela foi juíza em Israel por causa da omissão masculina. Todavia, ela não convocou o povo para a batalha, mas encorajou Baraque a fazê-lo (Jz 4.6,10). Quando Baraque insistiu na presença de Débora, ela o repreendeu, para que ele assumisse sua função de cabeça (Jz 4.9). Na história de Débora, a palavra “julgava” (shaphat) não significa governar nem ensinar, mas decidir controvérsias. Os filhos de Israel subiam a Débora para juízo. Ela não estava governando ou ensinando um grupo, mas julgando questões do povo debaixo de uma palmeira (Jz 4.5). Débora não liderou a batalha. Baraque o fez. Por isso, ele é lembrado no futuro e Débora omitida. (1Sm 12.11; Hb 11.32).
Finalmente, mulher como pastora é rebelar-se contra a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. Embora algumas pastoras possam ser usadas por Deus, é perfeitamente compreensível. Deus usa, mesmo estando neste desprezo com a Bíblia sagrada. Porém, ser usado não necessariamente quer dizer que alguém está fazendo a vontade de Deus. “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Saul é um exemplo disso. Ele profetizou, foi usado por Deus. Era Rei de Israel, quis sacrificar no lugar do sacerdote Samuel e foi rejeitado por Deus. Mesmo depois de ser rejeitado, continuou como rei por muitos anos. Muitas mulheres estão há muito tempo anos na função antibíblica de pastoras, e acreditam que está tudo bem. Deus não deu um basta, porque é longânimo, mas quer que abandonem o erro e se arrependam. “…é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.” (2 Pd 3.9).
Tem quem pergunte: A mulher do pastor não é pastora? A resposta está nesse estudo, é não!
– a mulher do presidente da República é Presidente? Também não! Um pastor verdadeiro tem que ser escolhido por Deus, é um Dom ministerial. (Ef 4.11).
Então, como se pode notar, o servo do Altíssimo, que anda na verdade, precisa abandonar o erro e toda espécie de engano. As mulheres são importantes para o reino de Deus, mas jamais podem exercer o ministério pastoral ou equivalente por ser uma farsa, contrariando a Palavra de Deus.








