APRESENTAÇÃO
Ao longo das duas últimas décadas, com o advento da informática, se pôde observar ao redor do mundo uma crescente demanda por tecnologia da informação e comunicação (TIC). Acontecimentos importantes de introdução das TICs na gestão pública brasileira foram observados na literatura contemporânea que evidencia a formação do governo eletrônico e posteriormente a implementação de políticas de inclusão digital. O e-Gov consiste na oferta de serviços e informações em meio eletrônico e internet, idealmente de forma contínua (24 horas x 7 dias), de forma integrada, de qualquer ponto, com rapidez, resolutividade e com transparência e controle social, sempre com foco no cidadão. A inclusão digital apresenta-se como fundamental ao desenvolvimento socioeconômico das sociedades e vincula-se ao processo de democratização do acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação que, por sua vez, se constitui a partir da sua implementação por meio de políticas públicas. Sendo assim, é de interesse do Estado manter leis que regulamentem a relação do governo tanto com a sociedade civil quanto com as empresas privadas. Existe hoje, no País, uma série de ações governamentais para inclusão digital, conduzidas de maneira descentralizada e desarticulada pelos diversos ministérios, sem uma coordenação geral. As políticas públicas de inclusão digital na Bahia seguiram a rigor os exemplos implementados no restante do Brasil. Houve constantes avanços na implementação do e-Gov e principalmente da inclusão digital. Todavia, o atraso socioeconômico vivenciado pelo Brasil, em comparação aos países desenvolvidos, acarreta uma série de problemas como: a falta de infraestrutura tecnológica e os baixos índices educacionais, o que, de alguma maneira, acaba influenciando negativamente o ritmo desses avanços.








