KARL MARX (Alemanha, 1818; Reino Unido, 1883)
Um pouco sobre o fundador da ‘ideologia’ que tem desgraçado o ocidente
Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos, enquanto escrevia ‘O Capital’, até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi correspondente do jornal New York Herald por um breve período, o que não resultava em quantias suficientes para manter a família.
Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas ‘finanças pessoais’ e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres, sem ter mais para onde correr, Marx tentou ‘penhorar’ alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.
Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua ‘vagabundice’ impôs à família; viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem. Traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente ‘debilitado’ e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas, incluindo Engels, foram ao seu enterro.
Esse é o ídolo da esquerda. O “pai do socialismo”. Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este ‘pilantra’, em muitos aspectos similar ao Lula, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo. Cada um tem a referência que merece. Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse ‘energúmeno’, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus ‘seguidores’ também deixam a barba crescer sem saber o porquê.
Suas ideias absurdas, ainda estão por aí, a ‘estrepar’ com o mundo, a ‘azarar’ com a sociedade. Pior de tudo é que estão por aí as vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores. Todos ‘capengando’, sem rumo e levando tantas pessoas ao abismo.








