Palavras de Sueli Aparecida Meca, num texto publicado na Internet, pode levar o leitor a uma profunda reflexão. Ela escreve: “A experiência é ‘dolorosa’, vivendo o luto de alguém que ainda esteja vivo.” Não há graça alguma formular ‘piadinhas’ sobre a demência. É muito triste, sem dúvida, acompanhar uma pessoa morrendo aos poucos, se esquecendo de tudo e de todos. A ‘demência’ equivale a viver com as Pílulas de Alzheimer a cada dia, sem uma ‘aparente’ esperança de melhora. Existe a chamada “perda ambígua”, quando o ente querido é diagnosticado com a doença, passando por diferentes fases, necessitando de cuidados a todo instante. Ninguém, jamais, deve desejar ‘demência’ nem por brincadeira. Quem sofre com esse mal, passa por dificuldade de locomoção e deglutição, trazendo alguns transtornos aos familiares. Poucos entendem o sofrimento de ter um ‘ente querido’ convivendo com a demência.








