Os pássaros não se atrasam; o cão não consulta o relógio; os ‘cervos’ não se inquietam com festas de aniversário. Só o ser humano mede o tempo e tem medo que ele termine. Então, viver o dia chamado ‘hoje’, contemplando o nascer do Sol, o cair das chuva, a beleza do arco-íris, e sentindo o perfume das flores. Gratidão pelo ‘milagre’ de acordar e de ver o sorriso das crianças; a bênção de caminhar, a maravilha de falar, e a valorização da saúde e, ainda pela oportunidade de continuar vivendo.








