As águas do imenso mar, todas elas, não podem ‘afundar um navio, a menos que invadam o seu interior. Da mesma forma, a negatividade do mundo não pode derrubar as pessoas, a não ser que elas permitam que as tenebrosas águas permaneçam dentro de si. As turbulências podem chegar a qualquer momento na vida do contrito filho de Deus, mas é necessário que resista a tamanha fúria do mar revolto. Caso contrário, o naufrágio será real e a vida dele estará em risco. O pensador Moisés Santana Caires Morais, ao emitir a metáfora, encoraja os seus semelhantes para nunca desanimarem nos maus momentos, pois o livramento virá a quem confia na divina providência.








