A “Ceia” de Jesus com os discípulos aconteceu num momento solene. Para celebrar a ‘Páscoa’ judaica, Jesus reuniu Seus discípulos num jantar. Antes, porém, Jesus lavou os pés dos discípulos, para mostrar a importância de ser servo. Depois, eles se ‘sentaram’ à mesa para comer. Ele também instituiu a Santa Ceia, para que fosse sempre lembrado o sacrifício que Ele iria fazer na cruz. Jesus explicou que o pão simboliza Seu corpo e o vinho simboliza Seu sangue, que foi derramado por nós e nos uniu em uma nova aliança com Deus. Nos dias atuais, cada ‘Comunidade de Fé’ possui um ‘rito’ para celebrar a Ceia. Utilizam o pão e o vinho, regra geral; outros, preferem ‘oferecer’ chá e pão ou biscoito. Outros grupos denominacionais, abstinentes de bebidas ‘fermentadas’, dão pão e água, e ainda ‘pão e suco de uva” ou “pão e coca-cola”. Nalgumas ‘crenças’, o vinho é servido num único ‘recipiente’ para todos, sendo um único pão ‘distribuído’ para todos os fiéis. Não se pode esquecer que o ‘pão ázimo” é utilizado por outros religiosos. Cada qual tem seus hábitos, conforme a cultura predominante. Recentemente, numa cerimônia dita ‘eucarística’, o celebrante recomendava que diáconos e cooperadores da Igreja não poderiam ajudar na distribuição dos elementos “pão e vinho”, ficando o serviço para os obreiros, a partir do presbítero. Tudo é permitido, desde que a cerimônia seja feita com reverência.








