A barba, nos tempos apostólicos, ainda na Idade Média e até mesmo há alguns anos passados era um costume saudável, entre os notáveis pregadores e filósofos. Era ‘honroso’ ter barba crescida. No Brasil, particularmente, nos meios evangélicos, foi abandonada a prática. Os homens ‘barbudos’ eram recriminados, sendo considerada uma vaidade, portanto, era pecado. O costume voltou prá valer na convivência social, e mesmo nos segmentos mais conservadores, é normal o uso de barba crescida, sem que isso se perca o respeito, como outrora. A barba também requer cuidados especiais para não ‘ganhar’ um aspecto de desleixo. O assunto “barba crescida” é muito discutido ainda nos meios espirituais com maior índice de radicalidade, mas é inevitável essa prática independentemente de usos e costumes nas denominações mais conservadoras do Brasil moderno.








