O filósofo Sócrates, após ter adquirido tanto conhecimento, afirmou: “Sei que nada sei”; Platão, sempre planejava “Da maneira ideal”; Jó, depois de tantos sofrimentos, exclama: “Não me lamento”; Descartes, na França, com muitos experimentos na filosofia, disse: “Bem… penso eu”; na Inglaterra, Shakespeare, sugeriu: “como quiserem”; Garibaldi, em toda a sua bravura, gritou: “Tenho mil razões para estar contente”; Darwin, muito confiante, falou: “A gente sempre se adapta”; Freud, entusiasmado, disse certo dia: “Diga você”; Dickens foi enfático: “Tempos duros, mas tenho grandes esperanças; Einstein, então, com a língua de fora, perguntou: “Com relação a quem?”; McLuhan ergueu os olhos e falou: “Meio a meio”; Austin foi curto e grosso: “Bem, eu juro”; e, Barnard, muito forte, disse: “Basta ter coração.








