O texto do Rev. Hernandes Dias Lopes é primoroso, quando traça comparação entre os antigos ‘obreiros’ e a nova geração, com os seus novos costumes. Ele diz que “Está morrendo a geração de ‘Obreiros’. A geração que, mesmo sem muita escolaridade, sedimentou uma grande e pujante Igreja no Brasil; a geração que não media esforços para dar conta do trabalho confiado por Deus; a geração que tinha ‘internalizado’ valores como respeito e submissão no Ministério da Palavra; a geração que tinha no casamento e na família a sua primeira ‘congregação’, onde o lar era um pedaço do Céu; a geração que não se ‘frustrava’ por qualquer coisa, já que nunca alimentava expectativas, a não ser gloriar-se em Deus; a geração que ‘desconhecia’ o preço, mas conhecia o valor das coisas e das pessoas; a geração que, mesmo ‘vivenciando’ as maiores agruras, nunca desistiu de servir a Deus e à sua Obra, pois sabia que no Céu teria a sua recompensa.” E finaliza: “Está morrendo a geração que não tinha medo de coisa alguma, a não ser de pecar contra Deus e contra a Sua Igreja; a ‘geração’ que tinha o seu Ministério como mais puro que uma virgem.” Está ‘surgindo’ uma nova geração de obreiros. Geração que precisa muito aprender com a geração que está morrendo. Enfim, as novas gerações surgem, ‘apagando’ os bons costumes dos mais antigos, que construíram uma base sólida para a atualidade.








