Gessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, cuja mãe foi Bate-Seba, viúva de Urias. Salomão gerou Roboão. Roboão gerou Abias. Abias gerou Asa. Asa gerou Josafá. Josafá gerou Jeorão. Jeorão gerou Uzias. Uzias gerou Jotão. Jotão gerou Acaz. Acaz gerou Ezequias. Ezequias gerou Manassés. Manassés gerou Amon. Amon gerou Josias. Josias gerou Joaquim e seus irmãos, nascidos no tempo do exílio na Babilônia. Depois do exílio, Joaquim gerou Salatiel e Salatiel gerou Zorobabel. Muitos outros foram gerados, e Jacó gerou José, marido de Maria, que deu à luz Jesus, chamado o Messias. (1.6-11; 16).
Palavras de Jeremias – Quando Manassés morreu e se reuniu a seus antepassados, foi sepultado no jardim de seu palácio, o jardim de Uzá. O filho Amon foi seu sucessor. Amon tinha 22 anos quando começou a reinar, e reinou em Jerusalém por dois anos. (2 Rs 21.18,19). Então, Joaquim, rei de Judá e a rainha-mãe; os conselheiros, os comandantes e oficiais se renderam aos babilônios. Nabucodonosor levou cativos para a Babilônia o rei Joaquim e a rainha-mãe, as esposas e os oficiais do rei e todos os nobres de Jerusalém. (2 Rs 24.12, 15).
Palavras de Esdras – Quando Manassés morreu e se reuniu a seus antepassados, foi sepultado em seu palácio, sendo seu sucessor o filho Amon. (2 Cr 33.20). Portanto, são catorze gerações de Abraão até Davi; catorze de Davi até o exílio na Babilônia, e catorze do exílio na Babilônia até Cristo, o Messias.








