Pedro e João subiam ao Templo para a ‘oração’ da hora nona. Era levado um homem, coxo de nascença, o qual punham diariamente à porta do templo chamada Formosa, para pedir ‘esmola’ aos que entravam. Vendo ele a Pedro e João, que iam entrar no Templo, implorava que lhe dessem uma esmola. Pedro, fitando-o, juntamente com João, disse: ‘Olha’ para nós. Ele os olhava atentamente, esperando ‘receber’ alguma coisa. Pedro, porém, lhe disse: “não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou – em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” E, tomando-o pela mão direita, o levantou; imediatamente, os seus pés e tornozelos se firmaram. De um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no Templo, saltando e louvando a Deus. (Atos 3.1-8)
Havia uma porta no Templo de Jerusalém chamada ‘Formosa’, que em grego significa “algo que floresce abundantemente na estação certa”. Não era uma porta como outra qualquer, era uma porta enorme, tinha cerca de vinte e cinco metros de altura, ou cinquenta côvados, e era da largura de vinte e um metros. Essa porta não era ‘conhecida’ apenas pelo tamanho dela. Essa porta era de metal, coberto de ouro e prata e na luz do sol, ofuscava a visão. Imagina o contraste grande entre a porta e o mendigo, deitado ao lado dessa porta magnifica que dava entrada na casa de Deus.
A cura do coxo na Porta Formosa ensina uma lição de amor aos cristãos de hoje. Amar o próximo com aquilo que você tem. Estava sendo carregado um homem coxo desde o ventre de sua mãe, o qual diariamente punham à porta do Templo chamada ‘Formosa’, para pedir esmola aos que entravam naquele Santuário. Pedro e João ofereceram ao coxo o que havia de melhor: exercendo a fé, determinou que ele andasse.








