Jesus saiu de casa e sentou-se à beira-mar, enquanto uma multidão se juntou a Ele. Ele, então, entrou num barco, sentou-se, ensinando ao povo que permanecia na praia. Jesus contou algumas parábolas. Uma delas foi a parábola do lavrador que saiu para semear. “Enquanto espalhava as sementes pelo campo, algumas caíram à beira do caminho, e as aves vieram e as comeram. Outras sementes caíram em solo rochoso e, não havendo muita terra, germinaram rapidamente. No entanto, as plantas logo murcharam sob o calor do sol, e secaram, por não terem raízes profundas. Outras sementes caíram entre espinhos, que cresceram e sufocaram os brotos. Ainda outras caíram em solo fértil, produzindo na colheita trinta, sessenta e até cem vezes maior que a quantidade semeada. (Mateus 13,1-8).
O local apropriado que Jesus encontrou para anunciar o reino do Pai, foi à beira-mar, dentre tantos outros lugares descrito nos evangelhos. A graça divina era manifesta ali mesmo, diante da multidão desejosa em conhecer a Palavra de vida eterna, que Jesus trazia. O mestre, cheio de unção, preferia falar em parábolas, e assim, era compreendido pelos filhos da promessa. Ele tinha liberdade plena de ensinar, estando rodeado de milhares de pessoas num lugar tranquilo e silencioso, longe da perturbação da cidade. A mensagem transmitida era autêntica e todos entendiam o propósito do Filho de Deus, ali à beira-mar.








