Na sequência, ainda no contexto de “Segurança do Crente”, o autor dá ênfase à paz interior, uma coisa em que ninguém pode abrir mão na vida espiritual. A paz na alma é fundamental para se ter uma vida plena no Espírito, produzindo fruts dignos de arrependimento. Este assunto e outros pertimentes fazem parte do tratado teológico, entre as páginas 218 e 231 desta Obra. Ele afirma: “uma coisa é ter recebido a graça da salvação, outra coisa é ter a certeza de que está seguro.”
Alguns até duvidam da fé que professam, podendo até retroceder. Isso é, sem dúvida, a falta de confiança em Deus, e consequentemente, falta de segurança na fé recebida. Após todas as conjecturas, surge a afirmação que deve ser levada a sério: “A alma aceita a Jesus como o único Salvador e Senhor, mas outras forças aparecem para negar este princípio de fé. Deus imputa a retidão de Seuu amado Filho e ela, na realidade, fica justificada diante do justo tribunal.








