Na concepção do escritor e teólogo J. C. Ryle, a mulher de Ló cometeu ‘pecado’ por desobedecer a ordem divina. Sem dúvida, ela foi errante e pagou o preço pela desobediência. No começo da página 293, ele informa que “Nunca podemos esquecer que os privilégios, jamais podem salvar as nossas almas.” Sobre a mulher de Ló, a afirmação dá conta de que ela se transformou numa estátua de sal, pelo pecado da desobediência.”
Depois de tantas admoestações sobre o pecado e desobediência, o autor enfatiza a necessidade de permanecer perto de Deus, fazendo a Sua vontade. E conclui, na pagina 299, assim: “Existem muitos ministros do evangelho que trabalham arduamente, em sua profissão de fé por alguns anos, e depois, se tornam preguiçosos e indolentes por causa das ofertas deste mundo.”








