Desde a página 300 até à página 306, continua a narrativa sobre Ló, quando J. C. Ryle faz algumas abordagens teológicas, com aplicação prática para os seus dias, e valendo ainda para a Igreja Cristã nos dias de hoje. Ele lamenta: “É triste escrever sobre estas coisas, contudo, é muito mais triste vê-las.” É cruel observar como tantos cristãos vivem cegamente, sem ter consciência das coisas, entre o que serve e o que não serve.” O despertar da consciência é necessário, para que as pessoas possam viver melhor neste mundo de tantas atrocidades.
O castigo que Deus impôs sobre a mulher de Ló, parece ainda não ter sido assimilado por milhares neste sistema de coisas. O autor continua falando sobre o assunto, que julga ser proveitoso para os religiosos de hoje. Ao final, no contexto da realidade global, J. C. Ryle, adverte a todos para que vivam o evangelho, de maneira coerente e com muito temor. E complementa: “Sei que isso, as “recomendações”, podem soar mal a muitos ouvidos, mas os conselhos bíblicos continuam ecoando aos corações, para que todos tenham vida abundante na presença de Deus, ‘lembrando da mulher de Ló”.








