Mais uma vez, continuando com a leitura de ‘Santidade’, um comentário no contexto de “O maior troféu de Cristo”, com início na página 314. J. C. Ryle afirma: “Um dos malfeitores, que estava crucificado ao lado do Mestre, disse que era para Jesus salvar a Sí mesmo e a eles também.” Era a sinceridade do ladrão arrependido, confrontado por outro rebelde, que não quis receber a graça. Jesus Cristo sempre teve a boa vontade para salvar os pecadores, pois foi para isso que Ele veio ao mundo. O malfeitor era um homem perverso, mas naquele momento pediu o perdão para ter o direito de entrar no reino eterno.
O autor informa que “A fé mais imatura é capaz de salvar a alma do homem, desde que haja uma fé verdadeira.” Fica a lição que “Cristo pode salvar qualquer pessoa, desde o momento em que haja um verdadeiro arrependimento. Dois homens, na mesma situação, poderiam naquele dia desfrutar da imensa misericórdia de Deus, mas apenas um deles pôde receber o favor imerecido de Jesus. O resumo do texto chegou à página 320, com a mensagem do ladrão da cruz.








