O apóstolo Paulo, que tinha um ‘espinho na carne’, estava muito angustiado e apresentava suas queixas a quem podia ouvi-lo. Muito rico nos tempos do Sinédrio e com muito poder politico entre os seus contemporâneos, ele continuava realizando a Obra de Deus, a partir do encontro que teve com o próprio Jesus de Nazaré na estrada de Damasco. Ele conhecia a Jesus e sabia em quem havia crido. Era esse o motivo de sua fé e perseverança. Não estava arrependido da escolha que fez para se tornar um mensageiro do evangelho, mas a sua condição humana, de certo modo, era deprimente. Trabalhava para viver, construindo tendas, e disso jamais reclamava. Teve pouca ajuda para desempenhar suas atividades missionárias. Então, Paulo se dirigiu ao seu Mestre para falar sobre suas dificuldades, que não eram pequenas, desde quando abraçou a fé. A resposta foi franca: “Paulo, a minha graça te basta!” No fim da jornada, reclamou de alguns companheiros, que o teriam abandonado. No entanto, de forma determinada, ele terminou a carreira e guardou a fé em Jesus. Tuberculoso e pobre, Paulo de Tarso morreu em Roma, debaixo do jugo do imperador Nero.








