A leitura segue, entre as páginas 421 e 424, quando o autor faz considerações relevantes a respeito do viver sem cristo, que é uma situação lastimável para quem faz esta opção de vida. Alguém pode até viver sem Cristo; o problema é morrer sem Ele. Deus nos dá oportunidade, em vida, de escolhermos onde viveremos a nossa vida eterna, a escolha é nossa, é aqui e agora.
Existem pessoas que acreditam que por Deus ser amoroso, todos irão para o céu, independentemente do que fizeram aqui na Terra. Esses dizem que o inferno vivemos por aqui e que todos os caminhos levam a Deus.
Alguns acreditam em Jesus, mas não como único senhor e suficiente salvador, não como o Cristo, consideram-no um mestre, um ser iluminado, um espírito evoluído. Dizem que para sermos aceitos pelo Senhor Deus temos que praticar a caridade, e caso não vivamos isso teremos outras vidas para podermos evoluir e chegar ao estágio ideal de salvação.
É fácil desviarmos a atenção de Cristo como a única esperança para os pecadores. Quando tudo é medido pela nossa felicidade e não pela santidade de Deus, o sentimento de sermos pecadores se torna secundário, talvez mesmo ofensivo. Se formos um povo bom que perdeu o caminho, mas com instruções e motivações corretas, podemos nos tornar pessoas melhores, precisamos apenas de um treinador de vida, não de um redentor.








