Foi espiritualmente despertado em 1838 enquanto ouvia a leitura de Efésios 2 em uma das capelas de Oxford, porém, ele concluiu seus estudos e pretendia seguir sua carreira, até que em junho de 1841, o banco de seu pai veio à falência, levando a família de Ryle á pobreza, com dividas. J. C. Ryle, sem condições de manter-se nem a si nem sua família, e não querendo envolver-se mais em política, considera a possibilidade de tornar-se clérigo. Assim, é ordenado pelo Bispo Sumner em Winchester em dezembro de 1842.
De posse da celebrada Obra do escritor inglês, a leitura prossegue, com atenção ao que escreveu, destacando os seus pensamentos cristãos, desde a página 108 até à página 133 . Para ele, “Paulo era um autêntico homem de Deus, um homem santo, um cristão que crescia e se desenvolvia.” Questiona, então: “Mas qual era o segredo de todo o seu progresso?” Ele nunca desviava a vista para além de Jesus. Disse o apóstolo: “Tudo posso naquele que me fortalece.”, além de tantas outras expressões dele, em todas as cartas que escreveu. Espelhando-se no apóstolo dos gentios, ele declarou que “o verdadeiro cristianismo é um combate na fé.”








