Na angústia, voltou para casa, contendo-se o máximo que lhe era possível. Assim era, de início, a vida do Cristão, aprisionado, mas esperançoso de uma vida triunfante. A mulher e os filhos jamais poderiam perceber a tristeza no rosto do prisioneiro, que nas grades, clamava aos céus pela almejada liberdade.
O Cristão não estava disposto a morrer, mas admitia que a vida era afligida por muitos males. Assim, ele olhava para Evangelista, enquanto apontava o dedo para um campo bem vasto, onde se encontrava uma porta estreita.








