Certo dia, eis a presença de um homem, portador de uma barba invejável, chegava ter a aparência de um profeta da antiga aliança ou mesmo de um renomado pregador britânico. Eloquente, atuava numa reunião familiar, conservando pose de vaidade, cuja idolatria estava patente em seu rosto. Fora dos costumes da comunidade, ali estava ele anunciando as boas novas, tendo ao lado uma mulher também vaidosa, portando adornos que não condiziam com a simplicidade das santas mulheres. Não se pode julgar ninguém pela aparência, mas não tem a identidade das pessoas discipuladas pela geração de obreiros de um passado não muito distante. A nova postura até agride os conservadores da doutrina ortodoxa, que consideram tais práticas uma aberração, na verdade inadequadas no segmento religioso. A vaidade e a idolatria devem ser combatidas, para que os maus costumes não ultrapassem os rudimentos de práticas nocivas e primitivas.








