Moisés Morais, o amado cooperador, anotou: “adoro coisas escritas à mão e acho puro charme letras datilografadas numa folha. Amo filmes antigos, músicas de quando eu era criança, as músicas que minha mãe ouvia quando ela era criança.” É bom recordar a moda, que traz de volta as lembranças de décadas que se foram, assim como os pratos típicos de tempos remotos. Lembra Moisés as comidas na casa de sua avó, onde imperava a simplicidade, sendo para ele o maior luxo. Coisas do passado são os livros amarelados, chamar as pessoas pelo nome, e cumprimentar a todos com respeito. Para finalizar, ele lembra os pedaços de pano costurados à moda antiga numa máquina com pedal; os pés têm que ter ritmo e paciência para que as linhas possam dar forma à costura. É importante desfrutar os bons momentos de hoje, mas sem esquecer o tempo de outrora, de saudade infinita, de uma vida difícil mas feliz, quando não havia pressa e tantos motivos haviam para sonhar. Sem dúvida, era bom demais!








