Personagens bíblicos muito conhecidos, Saul e Davi cometeram erros graves perante o povo israelita. De acordo com o entendimento de experientes teólogos contemporâneos, Saul foi reprovado por Deus, enquanto o rei Davi teve todos os ‘pecados’ perdoados, e teria andado segundo o coração de Deus. Com essa ‘premissa’, fica muito difícil entender os desígnios divinos no julgamento dos líderes constituídos. Estabelecer juízo de valor não é direito de nenhuma pessoa, por mais que seja qualificada e com um alto grau de espiritualidade. Fazer parte de uma instituição tradicional e ter cargos ministeriais relevantes também não influenciam a vontade de Deus na questão espiritual de cada filho do Altíssimo. É bom viver isento de erros, mas cabe a Deus julgar Seus filhos, segundo a Sua benignidade.








