O filósofo sugere: “Se me acusarem de haver escrito de maneira demasiadamente simples sobre a Natureza e a arte, respondo que é verdade, que tenho escrito com bastante lucidez, para os que são dignos aos olhos de Deus. Os indignos, porém, deverão afastar-se dela. A arte e a Natureza trazem informações transcendentais, como a dupla ressurreição dos mortos, as quais os impuros não poderão assimilar, nem os indignos da promessa divina. A Natureza é sempre perfeita, assim como a arte, que são frutos do amor de Deus para com a humanidade.








