Dando sequência à leitura do livro A CORAGEM DE NÃO AGRADAR, me deparo com a página 37, com nuances interessantes. Prossegue o diálogo entre o jovem e o filósofo, apresentando conteúdos muito bons, que agradam a todos os leitores dedicados.
Num determinado momento da conversa com o jovem, o filósofo ressalta um dos pilares do raciocínio adleriano: “Preste atenção no argumento de Adler aqui. Ele diz que o eu não é determinado por nossas experiências, mas pelo sentido que damos a elas. Ele não está dizendo que a experiência de uma terrível calamidade ou violência durante a infância não tem influência na formação da personalidade. Na verdade, a influência é forte. Mas o importante é que nada é determinado de fato por essas influências. Somos nós que determinamos nossa vida de acordo com o sentido que damos às experiências passadas. Sua vida não é algo que alguém dá a você, mas algo que você próprio escolhe, é você quem decide como viver”.








