Jornalista, escritor, historiador, músico e pregador pentecostal, Emílio Conde é um exemplo a ser seguido. Batizado nas águas ainda jovem na CCB, transferiu-se para a Assembleia de Deus ao conhecer Gunnar Vingren, servindo a Igreja em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Apesar de muitos convites, nunca aceitou cargo ministerial, mas ministrava estudos bíblicos e sempre atuava como representante da denominação em conferências mundiais. Preferiu o celibato e morreu aos 69 anos em 1971, com mais de 20 hinos na Harpa Cristã e dezenas de livros publicados, deixando uma história de vida invejável para a igreja evangélica, mesmo sendo um autodidata. Em vida, foi o ‘apóstolo’ da Imprensa evangélica no Brasil.








