Deus ordenha o branco em hálito de luminescências, porque o brilho é virgem. As sombras vivem de ausências e o desenho do vento é livre. Ele pinta… vermelhos, amarelos, verdes… Verão com frescor de Primaveras e de doces Outonos: tudo assim azul-azul de esperança. Há miríades de silenciosos crepúsculos e amanheceres sem nuvens. Wanderlino Arruda nos presenteia com a sublime expressão poética: “Na floresta desconhecida, a imortalidade vive. E na altura das montanhas, as cores alimentam a infinitude: eterno canto do rei Davi, apaixonado amor que alegra os horizontes. Assim é a Luz Divina que sempre está a nos guiar.








