20 de julho, madrugada. Um sonho que ninguém desejaria ter, pesadelo assustador. Desdobramento incrível, com a presença de membros da família, em polvorosa. Era minha mãe se apresentando, de maneira indescritível. O corpo, apesar de inerte, estava se movimentando. Espírito vivificado, esperança de vida eterna. Enquanto alguns se dispersavam chorando mediante o quadro desolador, havia muita confusão naquele lugar sombrio. O despertar, de manhã, foi um alívio.
28 de julho, madrugada. Cena comovente, quando ao lado, na mesma cama, a mulher amada gemia com dores no estômago. Alguns pressentimentos surgiram, indicando preocupações naturais. Após uma viagem de quatro dias, corpos cansados. Súplicas silenciosas e com fervor brotaram de meu interior, na busca de solução para o caso, que aparentava correr riscos. A segunda-feira toda foi de correria, recorrendo ao sistema de saúde, para amenizar a dor insuportável da esposa querida.








